quarta-feira, 27 de maio de 2015

«CINCO SELVAGENS»

«CINCO SELVAGENS» («Five Savage Men»/«The Animals») é uma fita de Roy Roy, que a realizou em 1970. Tem, nos principais papéis, os actores Michele Carey, Henry Silva, Keenan Wynn, John Anderson, Joe Turkel e Pepper Martin. Colorida e com 86 minutos de duração. Título brasileiro : «Cinco Homens Selvagens». Sinopse : uma professora é violada pelos cinco assaltantes que atacaram a diligência na qual viajava. E abandonada para morrer. Um apache presta-lhe ajuda e encoraja-a a vingar-se dos malfeitores. O xerife, desconfia, da abnegação do pele-vermelha e abate-o sem piedade. A mulher enlouquece. Distribuído pela M. G. M.. Sem estar absolutamente certo disso, parece-me que esta fita foi introduzida em Portugal, graças a um VHS destinado ao mercado do aluguer. Nunca vi.

«O SELVAGEM»

Com realização de George Marshall (1952), esta película colorida, produzida pela Paramount Pictures, conta-nos a história de um menino de 11 anos, que é o único sobrevivente de uma caravana de pioneiros. Criado no seio de uma tribo de índios Crows, ele vai adoptar os seus rituais e modo de vida. Até que, um dia, os brancos voltam a fazer parte da sua existência e o seu coração se divide. A guerra entre as duas raças acabará por ajudá-lo a fazer uma escolha firme e definitiva. Com Charlton Heston, Susan Morrow, Peter Hanson, Joan Taylor, Ted de Corsia, Ian MacDonald, Milburn Stone, etc. 95 minutos de duração. Título brasileiro : «Trágica Emboscada».

«MRS. MIKE»

Este filme de pioneiros foi estreado em vésperas de Natal de 1949. «MRS. MIKE» (inédito por cá) teve realização de Louis King e distribuição da United Artists. Conta-nos a história de uma jovem mulher de Boston, que empreende uma longa viagem até ao Oeste do Canadá para visitar um familiar. É por lá que ela se apaixona por um sargento da Real Polícia Montada e que passa a viver depois do casamento. Mas a vida quotidiana na fronteira é de uma dureza extrema e a senhora Mike, como lhe chamam, vai ter que enfrentar, com coragem, os problemas (e até os dramas) que a Natureza lhe impõe... Com Dick Powell, Evelyn Keys, J. M. Kerrigan, Angela Clarke, Will Wright, Nan Boardman, etc. Tem fotografia a preto e branco e uma duração de 99 minutos. Título brasileiro desconhecido.

A VITÓRIA PÍRRICA DE BUNKER HILL

Esta tela ilustra o ataque frontal das tropas inglesas contra Bunker Hill no dia 17 de Junho de 1775. O objectivo das ditas tropas era desalojar uma força de 1 200 milicianos, que -sob o comando do coronel William Prescott- haviam ocupado e fortificado essa colina das cercanias de Boston. O exército britânico lançou-se destemidamente ao assalto e os combates duraram horas, até ao esgotamento das munições no campo dos 'insurgents'. Que acabaram por retirar. No campo de batalha e do lado inglês ficaram 226 mortos e mais de 800 feridos. Este triunfo pírrico dos 'casacas vermelhas' não teve consequências imediatas (nem futuras) nas campanhas da guerra contra o colonialismo de Londres, já que, no dia 4 de Julho do ano seguinte (1776), através da publicação da Declaração da Independência, as treze colónias americanas se instituíam como uma nação livre da tutela da coroa britânica. Os Estados Unidos da América foram, assim, o primeiro país a subtrair-se -na sequência de uma guerra revolucionária- ao domínio de uma potência europeia.

PELAS PISTAS DO LONGÍNQUO OESTE

A fotografia  anexada mostra, em todo o seu esplendor, o Rochedo da Chaminé ('Chimney Rock'), que se situa no estado de Nebrasca. Esta singular formação rochosa encontrava-se no caminho dos emigrantes do século XIX que, tendo partido do Leste, demandavam o Oregon, a Califórnia e as colónias fundadas pelos Mórmons no Utah. Com uma agulha a culminar nos 1 288 metros, este monumento natural assinalava o fim das grandes pradarias e marcava a aproximação das rudes Montanhas Rochosas, cuja travessia apresentava dificuldades acrescidas no caminho da terra prometida. O Rochedo da Chaminé é, actualmente, o centro de um parque estatal. Foi considerado local histórico nacional desde 1956.


Esta tela de Jim Carsom (intitulada «On the Oregon Trail») mostra a imagem romântica de uma caravana avançando na Pista do Oregon em meados do século XIX. Na realidade, a travessia do 'interland' americano não se apresentava como uma simples viagem num mar de rosas. A dura realidade é que as dificuldades da dita pista eram muitas e diversas, e que na aventura morreram muitas centenas de pessoas. Que depositavam esperanças numa vida melhor nas novas colónias do longínquo Oeste.

terça-feira, 26 de maio de 2015

«O CARNAVAL DA VIDA»

«O CARNAVAL DA VIDA» («Lady from Louisiana») é um filme de Bernard Vorhaus (1941), que teve os actores John Wayne, Ona Munsom, Ray Middleton, Henry Stephenson, Helen Westley, Jack Pennick  e Dorothy Dandridge na interpretação dos principais papéis. Esta fita foi produzida pela Republic Pictures, tem fotografia a preto e branco e uma duração de 82 minutos. A história contada é a de um jovem advogado que milita contra a organização dos jogos de casino. E que, durante uma viagem num vapor do Mississippi, se enamora de uma atraente moça. Que não é outra do que a filha de um dos promotores desse viciante jogo... Título brasileiro idêntico ao usado no nosso país.

«CAFÉ COLÓN»

«CAFÉ COLÓN» é um filme mexicano de 1959. Foi realizado por Benito Alazraki e contou com a colaboração artística de Maria Félix, Pedro Armendariz, Jorge Martinez de Hoyos, Francisco Jambrina, Consuelo Monteagudo, Luis Beristan, José Chavez, etc. A acção decorre no México, por volta de 1915, durante o período revolucionário. Enquanto os combates se produzem por todo o lado, o Café Colón é um oásis de paz, onde os oficiais se reúnem, à noite, para conversar e ouvir cantar a bela Monica. Um desses militares é o general Robles, que acaba de alcançar uma brilhante vitória e de confiscar ao inimigo um tesouro inestimável... Tem a chancela da Filmadora Chapultepec e é uma fita colorida com 85 minutos de duração. Desconheço o seu título no Brasil.